NÃO HÁ DÚVIDAS DE QUE É PRECISO UM PLANO QUE ESTABELEÇA PRIORIDADES E PERMITA QUE POLÍTICA E ECONOMIA SE REFORCEM MUTUAMENTE.
O presidente Lula busca um maior protagonismo do país na cena mundial. Não está claro, porém, o alcance de seus planos. Apesar da popularidade do presidente, o Brasil não tem envergadura econômica suficiente para conduzir transformações na governança global, diluindo a influência das nações ricas. O líder natural do chamado Sul Global seria a China.
Nem sequer a liderança na América Latina está garantida, em meio aos muitos questionamentos de países da região às visões de Lula — a vitória de Javier Milei na Argentina poderá afastar ainda mais a aspiração brasileira.